O novo coronavírus (COVID-19) segue impondo o “novo normal”, a frase classifica esta nova fase para as relações cotidianas. O mundo inteiro segue com mudanças de hábitos e demais ações tidas até então como normais. No meio de tudo isso ocorre um conflito ideológico e político sobre os métodos de combater a pandemia, o grande exemplo disso, sem dúvidas é o Protocolo Precoce de Tratamento da COVID-19, em que são ministrados medicamentos como a famosa Ivermectina e muitos gestores seguem resistentes a reconhecer seu potencial favorável frente à doença. Por outro lado, no segmento técnico muitos especialistas defendem o uso da Ivermectina e relatam experiências positivas em pacientes que tomaram o medicamento. Uma pioneira nisso é a Dra Lucy Kerr que, inclusive, participa de várias entrevistas que tratam sobre a COVID-19. Na Bahia, o Governo do Estado segue em não reconhecer o Protocolo Precoce de Tratamento da COVID-19 como algo viável ou oficial. Uma briga com várias categorias, pois existem comunicadores que atribuem o baixo custo da Ivermectina como principal componente da falta de interesse dos poderes públicos em legitimar o uso do medicamento. Independente de quem esteja certo ou errado, o povo está perdendo vidas humanas e pior do que não ter um remédio definitivo é não se permitir tentar usar algo que eventualmente possa salvar pessoas.
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Fonte: Política Bahia/ Tat Macedo
Foto: Portal Lucy Kerr
