CIDADES BAIANAS ENFRENTA EPIDEMIA DE DENGUE

Já foram registrados 14.561 casos prováveis de dengue no estado nesses 4 primeiros meses de 2023

De janeiro ao inicio deste mês, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SESAB), houve um aumento de 8,8% em comparação ao mesmo período  de 2022.

Vinte e cinco municípios baianos do Sul, Extremo-Sul, Sudoeste e Centro-Leste apresentam alta no número de ocorrências da doença este ano. A epidemia acontece quando há um aumento no número de casos em diversas localidades, sem atingir a escala global. Com incidência igual ou superior a 100 casos por 100 mil habitantes, 98 municípios baianos notificaram a SESAB em relação ao avanço de dengue. Contudo, foram 25 municípios que sinalizaram situação de epidemia.

São eles: Itapé, Porto Seguro, Lençóis, Maracás, Condeúba, Novo Horizonte, Ibipitanga, Jussari, Uruçura, Érico Cardoso, Iraquara, Dom Basílio, Mirante, Ituberá, Brejolândia, Macaúbas, Paramirim, Itagi, Buerarema, Barra do Rocha, Jandaíra, Governador Mangabeira, Rafael Jambeiro, Candiba e Andaraí.

Na Bahia, um dos inseticidas usados no combate ao Aedes aegypti, comum nos chamados ‘fumacês’, está em falta desde julho de 2022. Até o final de março, o estado tinha apenas 43 litros do produto, eficaz usado para matar os mosquitos adultos.  Segundo fontes do Correio da Bahia, o Ministério da Saúde, que deveria enviar o inseticida para os estados, informou que até o final de abril uma nova remessa deve ser enviada. Afirmou ainda que todos estados do país estão abastecidos com três tipos diferentes de inseticidas para o controle do Aedes aegypti.