“Ninguém pode prever o que vai acontecer”, avalia Cláudio Cajado

    O deputado federal Cláudio Cajado (DEM), que está no sexto mandato, disse em entrevista exclusiva ao programa Baiana Livre desta sexta-feira (2), que a politica está em clima de incertezas e destaca que os próximos rumos do cenário politico dependem da Justiça brasileira. “O horizonte é imponderável em relação ao futuro. Ninguém pode prever o que vai acontecer. Hoje com a delação, uma pessoa que não tem nenhuma prova contrária a ela, pode passar a ter e ser levada a cassação. De qualquer forma, estamos vivendo um período que as decisões judiciais judicializam a política”, avaliou o deputado.

    Cajado disse ainda que a crise política e econômica vem sendo superada com as medidas aprovadas pela Câmara dos Deputados.  “Através da iniciativa do presidente Michel Temer (PMDB), as medidas que a câmara tem aprovado começam a melhorar os impactos negativos dessa depressão, o que de fato é pior que a recessão”, pontuou Cajado.

    Ele comentou que não trabalha com hipótese de impeachment de Michel Temer (PMDB), mas defende o nome do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), para compor a sucessão. “Como sou do Democratas, partido do Rodrigo Maia(DEM), é importante frisar que não estamos trabalhando com esse cenário. Caso o presidente sofra impeachment, o nome do Rodrigo Maia é o nome do partido e da grande maioria do Congresso Nacional e da Câmara dos Deputados”, declarou.

    Região Metropolitana

    Cajado comentou ainda que mantêm uma boa relação com o prefeito de Candeias, Pitágoras Ibiapina (PP). O parlamentar ressaltou que o projeto de emenda parlamentar para realização das obras de pavimentação da rua Avenida Wanderley de Araújo Pinho, está em fase de apreciação pela Ferrovia Atlântico Sul. “É uma obra que estou cuidando desde a gestão do ex-prefeito Francisco, onde tive a oportunidade de empenhar oito milhões em emenda parlamentar. Essa obra ficou muito tempo analisada pela caixa. Estamos aguardando apenas a Ferrovia Atlântico Sul dar o seu parecer e baixar a diligencia”, finalizou o deputado.

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