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Em discurso gravado no dia 16 de setembro, para a 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que aconteceu nesta terça-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), abordou assuntos relacionados ao novo coronavírus e a política ambiental.
Sobre a Covid-19, Bolsonaro alegou que sempre se preocupou e alertou o Brasil sobre a gravidade do novo vírus e que deveria ser tratado com seriedade, juntamente com o desemprego.
“Desde o princípio alertei, em meu país, que tínhamos dois problemas para resolver, o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente, e com a mesma responsabilidade”, comentou o presidente.
Vale ressaltar que em março, primeiro mês da pandemia no Brasil, Bolsonaro alegou se tratar apenas de uma “gripezinha” e que a economia não deveria parar por este motivo, criticando o isolamento social.
O chefe do executivo também disse durante Assembleia que devido a uma decisão judicial, todas as medidas de isolamento e “restrições de liberdade” foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da federação. “Ao presidente, coube envio de recursos e meios a todo país”, explicou Jair Bolsonaro.
Política ambiental
Bolsonaro também aproveitou o momento para rebate as críticas que vem recebendo de Organizações Não Governamentais (ONGs) ligadas ao meio ambiente e de governos de outros países, que acusam seu governo de negligenciar o combate as queimadas e desmatamento do Pantanal e Amazônia.
Jair defende que o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente e acusa as ONGs e governos de agirem com interesse econômico nas críticas, por conta da concorrência comercial com o Brasil.
Fonte:ATarde
