MPT cria Grupo de Trabalho sobre caso de patroa que manteve babá em cárcere privado no Imbuí

O procurador-chefe do Ministério Público do Trrabalho (MPT), Luís Carneiro, afirmou, em coletiva na tarde desta sexta-feira (27), que o órgão vai criar um grupo de trabalho responsável pelo caso da patroa que manteve uma babá em cárcere privado. Participam do GT a procuradora Manoela Gedeon e a auditora fiscal Tatiana Fernandez.

Carneiro chamou atenção para o caso “tão emblemático”, que foi amplamente noticiado depois que a vítima se jogou do terceiro andar de um prédio depois de ter sido mantida em cárcere privado. “Caso atípico do ponto de vista fático, mas infelizmente corriqueiro do ponto de vista legal”, avaliou.

O procurador-chefe falou sobre as investigações que estão em andamento: “A atuação criminal é importantíssima, mas a atuação no mundo do trabalho, sob proteção das normas trabalhistas, é tão importante quanto e é independente. Há zonas de interseção, as zonas se comunicam. É normal que as investigações se conversem, e é isso que está acontecendo”.

 

 

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