Os professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) decidiram, em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (27), manter a greve, que já dura 60 dias e afeta cerca de 35 mil alunos. A categoria recusou a proposta do governo de reposição salarial de 21,3% em quatro anos, com o aumento dos valores do auxílio de alimentação, do auxílio saúde e do auxílio-creche
O governo oferece reajuste divididos em quatro parcelas de 5,5%, para 1° de janeiro de 2016; a segunda, de 5%, para 1° de janeiro de 2017; a terceira, de 4, 75%, para 1° de janeiro de 2018 e a quarta, de 4,5%, para 1° de janeiro de 2019.
Uma nova assembleia está marcada para a próxima sexta-feira (31), em local ainda a ser definido. “O governo acenou com mudanças nos benefícios, reajustando os valores para acima ou até mesmo na inflação, mas não querem reajustar o salário nem com a inflação”, explicou Joviniano Neto, diretor do Sindicato dos Professores das Instituições Federais do Ensino Superior da Bahia (Apub).
Com informações do A Tarde
