Frases dos Deputados durante a Votação do Impeachment

Podemos dizer que Ontem, ao assistirmos a votação sobre o Impeachment da Presidente Dilma, nos deparamos em uma bagunça á nivel de 4° Serie do Ensino fundamental. Chegou a ser Bizarro!

Em alguns casos, deputados proferiram frases que com certeza ficarão marcadas nos arquivos memórias dos Brasileiros.

Selecionamos algumas:

Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP): “A vaca tossiu e está indo pro brejo” (sobre a presidente Dilma dizer que não mexeria nos direitos trabalhistas nem que a vaca tossise).

Ronaldo Fonseca (PROS-DF): “Não admito que se diga que há um golpe no Brasil […]. Não há golpe. Sabe o que está parecendo esse negócio de golpe? Golpe, golpe, golpe, golpe, golpe, golpe… Já está parecendo sabe o quê? Uma diarréia verbal que ninguém suporta mais!”

Professora Marcivania (PCdoB-AP) “Acho que nunca vi tanta hipocrisia junta por metro quadrado.”

Wladimir Costa (SD-PA) “Presidente, um colega nosso, eu não vou citar o nome, aqui da Câmara, falou que se nós cassarmos a presidente Dilma hoje, ele vai se mudar do Brasil. Eu já comprei a passagem dele. Sem volta! Sai daqui porque nós vamos cassar o Brasil![…] Nós votamos sim, e quem vota sim coloca a mão pra cima! (Logo antes de estourar um tubo de serpentina).”

Fernando Francischini (SD-PR) “Como delegado da PF, meu voto vai pelo fim da facção criminosa lulopetista, fim da pelegagem da CUT, fim da CUT e seus marginais. Viva a Lava-Jato e a República de Curitiba! E a minha bandeira nunca será vermelha!”

Hermes Parcianello (PMDB-PR) “Sr. Presidente, sinto cheiro das mesmas aves de rapina de 1954, que levaram Getúlio ao suicídio”

Alberto Fraga (DEM-DF) “342 votos eu tivesse, 342 votos eu daria.”

César Messias (PSB-AC) “Olha onde nós chegamos: tira Dilma, entra Temer; tira Temer, entra Cunha; tira Cunha, entra Renan; que Brasil é esse?”

Jean Wyllys (PSOL-RJ) “Em primeiro lugar, eu quero dizer que estou constrangido de participar dessa farsa, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão, urgida por um traidor conspirador, apoiada por torturadores, covardes, analfabetos políticos e vendidos […] Eu voto não ao golpe, e durmam com essa! Canalhas!”
Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG) “Só corrigir aqui uma situação: queria mandar um abraço, eu não mencionei meu filho, Paulo Henrique. Paulo Henrique, é para você meu filho! Um beijo!” (invadindo a vez de Mário Heringer do PDT-MG)

JHC (PSB-AL) “Se nós formos analisar por essa interpretação de regimes, em Cuba, tem eleição, na Coreia do Norte, tem eleição, no Iraque, teve eleição. Portanto, senhor presidente, não podemos virar as costas para a opinião pública e fingir que o que o povo fala e as ruas falam não importa nesse momento”